1. Quem cuida dos seus dados
- Controlador: Clínica de Fisioterapia Ft. Danilo Barreto Ltda. (Instituto Danilo Barreto), CNPJ 53.601.806/0001-00, Rua Itaeté, nº 102, Lote 20, Loteamento Belo Horizonte, Pitangueiras, Lauro de Freitas, BA.
- O app: o App IDB (Academia IDB) é o aplicativo do Instituto para alunos e equipe: cadastro, avaliações, treinos, agenda das aulas e mensalidade.
- Contato para assuntos de privacidade: institutodanilobarreto@gmail.com Escrever ›
- Encarregado pelo tratamento de dados (LGPD, art. 41): Ft. Luiz Danilo Farias Barreto, responsável técnico do Instituto, pelo e-mail institutodanilobarreto@gmail.com.
2. Os dados que o app guarda, e para quê
O app guarda só o que serve ao seu acompanhamento no Instituto. Quem lança os dados é você, a equipe do Instituto ou o próprio app, quando você treina, marca aula ou paga.
- Cadastro: nome, data de nascimento, sexo, CPF, e-mail, celular, endereço (CEP, rua, número, complemento, bairro, cidade e estado), contato de emergência (nome e telefone), foto do perfil, objetivo, esporte e dias de jogo, se já treinava e observações da equipe. Serve para identificar você, falar com você, chamar alguém numa emergência e montar o seu treino.
- Plano: o plano de aulas por semana, o período (mensal, trimestral, semestral ou anual), o dia do vencimento, o valor e as datas de entrada e de saída. Serve para cumprir o Termo de Adesão.
- Saúde: as respostas da anamnese; as restrições e lesões (lado, intensidade, cirurgia e liberação); a dor, numa escala de 0 a 10, inclusive a que você informa durante o treino; pressão arterial; testes de força de preensão, de sentar e levantar e de caminhada (TUG); quedas e medo de cair; uso de remédio que muda a frequência cardíaca; gestação e pós-parto. São dados sensíveis, e servem só para o seu treino ser seguro.
- Avaliações: peso, altura, composição corporal (bioimpedância), medidas do corpo, testes de corrida (frequência cardíaca e VO2) e a foto da tela da balança, quando você a envia. Na avaliação postural, fotos de frente, de costas e dos lados, com os pontos do corpo marcados pelo profissional.
- Medidas e fotos que você envia: as medidas que você mesmo tira com a fita em casa e as fotos que você mesmo envia pelo app (frente, lados e costas), com o peso do dia, se quiser informar. As fotos só podem ser enviadas depois da leitura do Termo de Imagem, aparecem cobertas até você tocar para ver, e você pode apagar as fotos que você mesmo enviou (as tiradas pelo Instituto ficam com o Instituto). Servem para você e o professor acompanharem a sua evolução.
- Análise de movimento: os vídeos de movimento que você grava ou escolhe no celular para o professor ver a sua execução, com a sua pergunta, até 3 por semana. O professor responde com marcas no vídeo e comentários. Só você e a equipe do Instituto que acompanha você veem os seus vídeos e fotos. Ninguém mais vê, nem outro aluno. O app não usa inteligência artificial para analisar os seus vídeos: quem responde é o professor.
- A análise da postura: para sugerir os pontos do corpo na foto, o app baixa um programa de detecção (MediaPipe, do Google, entregue pelo jsDelivr) que roda no aparelho de quem avalia. A foto não é enviada a eles.
- Treinos: os treinos prescritos e o que você fez em cada aula: séries, repetições, cargas, esforço percebido, dor e anotações. Serve para o professor ajustar o treino e para você ver a sua evolução.
- Agenda: os seus horários fixos, as aulas marcadas, a presença, as reposições e as remarcações.
- Mensagens e avisos: as mensagens trocadas com o Instituto dentro do app e os avisos do sino.
- Pagamentos: valor, data, forma de pagamento e situação de cada mensalidade. O pagamento por cartão ou Pix é feito pelo Mercado Pago (ver a parte 3); o app não guarda o número do seu cartão.
- Aceites: o aceite do Termo de Adesão fica guardado com a data, a hora, a versão do texto, o endereço IP e o aparelho; a leitura do Termo de Imagem, com a data, a versão, o caminho por onde foi feita, o responsável (para menores) e a sua escolha sobre ensinar a análise automática.
- Equipe do Instituto: de quem trabalha no Instituto: nome, função, CREF, telefone, documento de identificação, foto, Instagram, apresentação e o e-mail do convite. O app registra as ações da equipe e cada vez que um administrador abre o app «como o aluno vê».
- Assistente da equipe: o administrador e o professor podem fazer pedidos ao assistente do app, por escrito ou falando (a fala vira texto no próprio navegador, e o áudio não sai do aparelho). O app guarda quem pediu, quando, o que foi pedido, com os nomes já trocados por códigos, e, nos rascunhos de mensagem, treino e dieta, quem aprovou ou cancelou e quando. As respostas são montadas pelo app com os dados que aquela pessoa da equipe já vê; nada chega ao aluno sem a aprovação dela.
- Sistema anterior: os alunos que vieram do sistema anterior do Instituto tiveram os seus treinos e o seu histórico trazidos para o app. O que não tem lugar no app ficou guardado à parte, e só o administrador lê.
- No seu aparelho: o app usa cookies e o armazenamento do navegador só para funcionar: manter você conectado, lembrar o tema claro ou escuro e outras escolhas de tela. Não há cookie de publicidade nem de estatística de terceiros.
3. Com quem os dados são compartilhados
O Instituto não vende os seus dados e não os usa para publicidade. Eles passam só pelos serviços que fazem o app funcionar, cada um para a sua tarefa:
- Supabase: guarda o banco de dados, as contas de acesso e os arquivos (como as fotos e os vídeos), em servidores na região de São Paulo.
- Vercel: hospeda o app, com o servidor na região de São Paulo.
- E-mail: os e-mails de criar e recuperar a senha são enviados pelo Supabase, pela caixa naoresponder@institutodanilobarreto.com.br, hospedada no Titan. Respostas a essa caixa chegam ao e-mail do Instituto.
- Mercado Pago: recebe as mensalidades. Para isso recebe o seu e-mail, o seu primeiro nome, o valor e, quando você o informa no formulário de pagamento, o CPF. Os dados do cartão você digita no formulário do próprio Mercado Pago.
- WhatsApp: o robô do Instituto envia, pelo número de WhatsApp do Instituto, mensagens de boas-vindas, lembretes de mensalidade (antes, no dia e em atraso), parabéns de aniversário e recados da equipe. Para isso usa o seu nome, o seu celular e o texto da mensagem; as mensagens passam pelo WhatsApp.
- Google Agenda: quando o Instituto conecta a agenda de um professor, o app lê as aulas que já estão lá (o seu nome no título do evento e a marca de presença) e mantém a agenda e o app iguais. Os detalhes estão na parte 4.
- Google Gemini: o pedido escrito que alguém da equipe faz ao assistente do app vai ao Gemini, do Google, só para o app entender o que foi pedido. Antes de sair, o texto passa pelo app, com os nomes trocados por códigos («Pessoa 1») e sem e-mail, telefone ou CPF. Nenhum dado de saúde, avaliação, dinheiro ou lista de alunos vai ao Gemini: quem lê esses dados é o próprio app. O Instituto usa o plano gratuito do Gemini, em que o Google pode usar o que recebe para melhorar os produtos dele, e por isso o texto sai sem nomes.
- Autoridades: quando a lei ou uma ordem judicial exigirem.
4. A Agenda Google
O administrador do Instituto pode conectar uma conta Google ao app. A agenda de cada professor, no Google, é a agenda das aulas dele: o app a lê e a mantém igual ao app, nos dois sentidos. Só as agendas dos personais se conectam; a agenda geral da clínica e as dos fisioterapeutas ficam de fora. É isto que o app faz com os dados do Google:
- As permissões pedidas: ver a lista de agendas da conta (para escolher qual é a de cada professor); criar uma agenda para um professor; compartilhar essa agenda com o e-mail do professor; e ler e escrever eventos nas agendas escolhidas.
- O que vai do app para o Google: quando a presença muda no app, o app troca só a marca do começo do título do evento (✅ veio, ⚠️ faltou sem avisar, ❌ avisou); o resto do título fica como está. A aula que nasce no app (um encaixe, uma reposição) vira um evento, e o horário fixo vira uma série, com o título só o nome completo do aluno; mudar o fixo no app muda a série; desmarcar no app apaga o evento. Quando a aula já está no Google e o nome está ligado ao aluno, o app muda aquele mesmo evento, sem criar outro. Se a pessoa está no Google com um nome que não está ligado ao cadastro dela, o app não a reconhece, e um evento novo do app pode ficar ao lado do que já existe; por isso a equipe vê os nomes «sem cadastro» e os liga ao aluno certo. Nenhum dado de saúde, telefone ou e-mail do aluno vai para o Google.
- O que vem do Google para o app: o app lê os eventos da agenda do professor desde 01/08/2026 até 60 dias à frente. Quando o título traz o nome de um aluno, o app lê o nome e a marca de presença e liga a aula ao cadastro do aluno (pelo nome igual, ou pela escolha do administrador ou da recepção); a série que se repete vira o horário fixo dele, e a presença marcada entra no histórico. O nome que não está no cadastro aparece para a equipe como «sem cadastro» até alguém ligá-lo — o app nunca cria cadastro sozinho. O evento sem nome de aluno só fecha aquele horário na grade. O app guarda o dia, a hora, o título do evento como está no Google (até 1024 letras), a ligação entre o nome e o aluno e, quando o app e o Google mudam a mesma aula, o que cada lado dizia (para a equipe poder desfazer), tudo visto só pela equipe do Instituto; evento marcado como particular aparece só como «Ocupado no Google». Os outros detalhes do evento não são guardados. Em resumo, o app traz do Google os nomes, a presença e os bloqueios das agendas dos personais conectadas, desde 01/08/2026.
- Onde fica a chave de acesso: a chave que o Google entrega na conexão fica guardada cifrada, num lugar do banco que só o servidor do app lê. O app também pede ao Google que avise quando uma agenda escolhida muda, para atualizar a grade.
- Desconectar: desconectar a agenda de um professor tira dela as aulas avulsas futuras que o app escreveu — as séries semanais que o app criou ficam, porque são o horário do aluno — e apaga do app os horários bloqueados por ela; os eventos passados ficam na agenda, como histórico, e a presença já marcada fica no histórico do aluno. O dono da conta Google pode também tirar o acesso do app a qualquer momento, em myaccount.google.com/permissions. Quando isso acontece, a chave guardada é apagada na próxima vez que o app tentar usá-la, e os administradores do Instituto são avisados no app. Permissões da conta Google ›
- Uso limitado: os dados recebidos do Google servem só para mostrar e manter a agenda das aulas no app e na Agenda Google. Não são vendidos, não são usados para publicidade, não são passados a outras empresas, não são usados para treinar inteligência artificial, e ninguém os lê fora do uso da agenda, salvo para segurança ou por exigência da lei.
- Compromisso com o Google: o uso e a transferência, para qualquer outro app, de informações recebidas das APIs do Google seguem a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, incluindo os requisitos de Uso Limitado. No original: «App IDB's use and transfer to any other app of information received from Google APIs will adhere to the Google API Services User Data Policy, including the Limited Use requirements.» Google API Services User Data Policy ›
5. Por que o Instituto pode usar os seus dados (LGPD)
- Cadastro, plano, agenda e pagamentos: para cumprir o contrato que você aceitou no Termo de Adesão (Lei 13.709/2018, art. 7º, V).
- Saúde e avaliações: para a tutela da sua saúde, por profissionais de saúde (art. 11, II, «f»).
- Ensinar a análise automática com as suas fotos: só com a sua autorização no Termo de Imagem, que nasce desmarcada e pode ser retirada no app (art. 11, I).
- Guarda que a lei exige: para cumprir obrigação legal, como o prontuário de quem é paciente de fisioterapia (art. 7º, II, e art. 11, II, «a»).
- Menores de 18 anos: aceitam os termos junto com o responsável legal, que responde pelo aluno.
6. Por quanto tempo os dados ficam
- Enquanto você for aluno: os dados ficam no app, para o seu acompanhamento.
- Quando você deixa o Instituto: o cadastro é marcado como desligado e nada é apagado, para o caso de você voltar. O Instituto guarda esses dados por até 5 anos depois do desligamento e, passado esse prazo, os exclui. O prazo foi definido pelo Instituto e pode ser revisto.
- Quando o aluno é excluído: saem do app a ficha, a anamnese, as avaliações (com os arquivos das fotos da avaliação postural e da balança, os vídeos de movimento e as fotos que você enviou), os treinos, o histórico, a agenda, as mensagens (no app e o registro do WhatsApp), o que veio do sistema anterior, a conta de acesso e a foto do perfil.
- O que fica sem o seu nome: as vendas e as assinaturas já registradas continuam, com o valor, mas sem ligação com você, porque são registros financeiros do Instituto. Ficam por 5 anos; o prazo foi definido pelo Instituto e pode ser revisto.
- Registro do WhatsApp: o registro das mensagens enviadas pelo robô (celular e texto) sai junto quando o aluno é excluído; e todo registro com mais de 90 dias é apagado automaticamente, todos os dias.
- Assistente da equipe: o histórico do assistente (o texto do pedido, já sem nomes, e os rascunhos) é apagado automaticamente depois de 90 dias, todos os dias.
- Paciente de fisioterapia: o prontuário fica guardado por 20 anos depois do último registro (Lei 13.787/2018, art. 6º), mesmo se você pedir a exclusão, com acesso restrito. O prazo foi definido pelo Instituto e pode ser revisto.
- Agenda Google: os eventos passados da agenda do professor ficam lá, como histórico; o app guarda a aula lida do Google (o nome, a marca, a ligação com o aluno e os conflitos) enquanto a agenda do professor estiver conectada — desconectar apaga tudo isso daquela agenda —, e a presença que veio dela fica no histórico do aluno; os horários bloqueados são refeitos a cada leitura da agenda. Quando um aluno é excluído, a ligação da aula com ele sai, mas o nome dele continua nos títulos dos eventos guardados no app até a agenda do professor ser desconectada; na Agenda Google, o evento é do professor e fica como está.
7. Os seus direitos, e como pedir
A LGPD (art. 18) garante a você, a qualquer momento:
- saber se o Instituto trata dados seus, e ter acesso a eles;
- corrigir dado incompleto, errado ou desatualizado;
- pedir que se apague, bloqueie ou torne anônimo o que for desnecessário ou excessivo;
- receber os seus dados para levar a outro serviço;
- saber com quem os seus dados são compartilhados;
- retirar uma autorização que você deu, como a de ensinar a análise automática;
- pedir a exclusão dos dados tratados com a sua autorização;
- reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), em gov.br/anpd.
- Como pedir: escreva para institutodanilobarreto@gmail.com, ou fale com a recepção. A resposta completa sai em até 15 dias (LGPD, art. 19, II). Quando a lei mandar guardar um dado, a resposta diz qual e por quê. Escrever ao Instituto ›
8. Segurança e mudanças
- Segurança: o acesso ao app é por senha; cada pessoa vê só o que o papel dela permite (aluno, professor, recepção ou administrador), e essa regra é conferida no próprio banco de dados. As fotos e os vídeos ficam em armazenamento privado e são abertos por links que expiram em poucos minutos.
- Mudanças: quando esta política mudar, a data no alto da página muda junto.